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Pesquisa do Procon Fortaleza mostrou que os preços do quilo do tomate variaram entre R$ 1,89 e R$ 7,49 de um estabelecimento e outro. (Foto: Reprodução)

Tomate volta a ser vilão, e quilo chega a quase R$ 8.

28/04/2017

O grupo de alimentos, que inclui tomate, batata, laranja, cebola, alho e cenoura, apresentou variações de preços acima de 100% em supermercados da Capital. O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (27) pelo Procon Fortaleza em nova pesquisa com preços de alimentos e produtos nos estabelecimentos. A maior variação ficou por conta do quilo do tomate, que pode ser encontrado, nos supermercados de Fortaleza, entre R$ 1,89 a R$ 7,49, uma variação de 296,30%.

No total, foram pesquisados 47 itens entre os dias 20 e 21 de abril, incluindo alimentação, higiene pessoal, limpeza doméstica e produtos infantis.

A batata pode ser comprada de R$ 1,88 a R$ 5,28, também o quilo, o que representa 180,85% de diferença. No caso da laranja, a variação foi de 152,06%, sendo o menor preço encontrado de R$ 1,94 e o maior, R$ 4,89. Já a cebola apresentou diferença de quase 145%, custando entre R$ 1,49 e R$ 3,68. Alho e cenoura tiveram variação, respectivamente, de 124,21% e 110,58%.

Os preços do alho variaram entre R$ 19,58 e R$ 43,90 o quilo, segundo a pesquisa do Procon. Já a cenoura o consumidor encontra valores entre R$ 1,89 e R$ 3,98 o quilo.

A pesquisa leva em consideração preços de produtos da mesma marca e mesmo peso, mantendo uma padronização das análises, segundo informações do Procon.

De acordo com a diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, o consumidor deve exigir a oferta anunciada. "É importante guardar encartes publicitários para eventuais cobranças divergentes das anunciadas", diz Cláudia Santos.

A diretora também lembra que o consumidor sempre paga o menor preço, quando houver preço diferente da prateleira com o valor registrado no caixa.

Dicas

Uma das dicas é para o consumidor fazer uma lista do que realmente precisa comprar. Além disso, o Procon sugere que o cliente compare valores e marcas. O órgão ainda indica para pesquisar os preços em encartes.