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Brasil cria 59,8 mil empregos; Ceará perde 675 vagas formais.


No Estado, apesar do resultado negativo, o desemprego mostrou uma desaceleração.

Prévia do PIB no País sobe 1,1% e indica sinal de fim da recessão.


Avanço do 1º trimestre de 2017, divulgado pelo Banco Central, ocorreu na comparação com o 4º trimestre de 2016.

Rochas ornamentais: Ceará se consolida entre 3 maiores polos.


Instalação de empresas do setor na ZPE deve impulsionar ainda mais mercado de rochas ornamentais no Estado.

16 empresas concorrem para avaliar concessão da Cagece.


Com uma oferta de R$ 3,59 milhões, o Consórcio Aqua foi o que ofereceu a melhor proposta na licitação para a viabilidade da concessão da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece). O consórcio é liderado pela BF Capital Assessoria em Operações Financeiras LTDA., incluindo as sociedades Aecom do Brasil LTDA e Azevedo Sette Advogados Associados.

A confirmação se a proposta é a vencedora ou não deve ser divulgada hoje, informou o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que conduz o processo. A oferta do consórcio Acqua estava ainda ontem sob análise da área de Desestatização do banco.

O valor ofertado pelo Acqua é 75% menor em relação ao que havia sido inicialmente estimado para a licitação (R$ 14,36 milhões). Participaram desse certame 16 consórcios.

Adiamento

As ofertas começaram a ser feitas a partir da última terça-feira (9). Inicialmente previsto para o dia 24 de abril, o início do pregão foi adiado, de acordo com o BNDES, devido à necessidade de se fazerem ajustes em especificações do edital.

A Cagece havia sido incluída no início do mês de março na lista divulgada pelo governo federal com as novas concessões.

O objetivo é realizar uma avaliação econômica e jurídica, entre outros aspectos, para indicar de que maneira a iniciativa privada pode colaborar com a companhia, visando à universalização do acesso ao serviço de saneamento que ela presta.

Os consórcios vencedores, após a fase de estudos, indicarão propostas de modelagem de participação privada nos serviços de saneamento, que poderão ser na forma de concessão, subconcessão, parceria público-privada (PPP), dentre outros.

Prazo

O prazo para execução dos estudos que irão definir a participação privada na Cagece está estimado entre seis e oito meses. A análise das propostas de modelagem será avaliada pelo BNDES e pelo Estado, sendo também apresentada aos municípios abrangidos pelo projeto.

Ao todo, 23 consórcios foram habilitados para concorrer pela realização de estudos técnicos da Cagece e das companhias do Acre (Depasa), da Paraíba (Cagepa), do Rio Grande do Norte (Caern) e de Santa Catarina.

Esse grupo foi o segundo a ser anunciado pelo governo federal, em abril, a ter estudos licitados pelo BNDES com esse fim.

Todos os certames já tiveram seus vencedores divulgados, a exceção do referente à Cagece, cuja decisão deve ser anunciada hoje, e o para a Cagepa, da Paraíba, que foi revogado porque o Estado saiu do programa.

Melhor oferta

O consórcio Aqua, que ofereceu a melhor proposta para a licitação referente à Cagece, já venceu um dos certames.

Ao disputar o pregão do Rio Grande do Norte com outros 18 consórcios, o Acqua fez a oferta vencedora de R$ 6,3 milhões.

Esse valor representa uma redução de 70% em relação ao valor inicialmente estimado para a licitação relacionada à Caern (R$ 21,2 milhões).

O pregão do Acre, relacionado à Depasa, foi disputado por 20 consórcios e o declarado vencedor, Saneamento Brasil, apresentou uma oferta no valor global de R$ 3,55 milhões, queda de 66% em relação ao valor estimado de R$ 10, 7 milhões.

Já o certame de Santa Catarina contou com a participação de 20 consórcios, com a proposta vencedora apresentada pelo APP Saneamento Brasil no valor global de R$ 8,29 milhões. Esse montante representa uma redução de 76% sobre o valor que havia sido previsto para a licitação, de R$ 36 milhões.


IBGE projeta safra de grãos 72,9% maior para o Estado este ano.


A expectativa de produção de grãos no Ceará em 2017 aumentou 72,95% em abril, em comparação com o ano anterior. De 187.731 toneladas em abril de 2016, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) projeta 324.684 toneladas neste ano. Em comparação com o último mês de março, quando a expectativa era de 286.229 toneladas, o crescimento é de 13,44%. Já analisando os dados do início do ano, quando a projeção indicava 283.344 toneladas, o incremento é de 14,59%.

O relatório do IBGE consta no do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) e avalia 55 produtos no Estado. Destes, 13 tiveram ampliação na expectativa de produção e 17 registraram redução. Dentro do grupo de cereais, leguminosas e oleaginosas, destaca-se o acréscimo na estimativa de produção, em comparação com o mês de março deste ano, do arroz de sequeiro, feijão-de-corda primeira safra, milho de sequeiro, fava e amendoim. Já o feijão-de-aranca e a mamona apresentaram diminuição na expectativa.

Em abril deste ano, a expectativa de produção de frutas frescas é de 864.964 toneladas, decrescendo 0,13%, na comparação com o mês anterior (866.120 t), e 0,05% em relação à primeira expectativa divulgada para este ano (865.384 t). Em relação a 2016, a expectativa é 13,72% maior (760.590 t).

Nos frutos secos, a expectativa de produção é de 42.484 toneladas em 2017, decrescendo 0,11%, comparando-se ao mês anterior (42.529 t) e 0,26% em relação à primeira expectativa (42.596 t). Na comparação com o ano de 2016, esta safra apresenta a expectativa de ser 37,19% maior que a safra passada (30.968 t).

Já no grupo dos tubérculos e raízes, apenas a macaxeira irrigada apresentou acréscimo na expectativa de produção. A batata-doce de sequeiro, a mandioca de sequeiro e a macaxeira de sequeiro apresentaram redução da expectativa de produção.

Avaliação

De acordo com o supervisor da Disseminação da Informação do IBGE, Hélder Pita, as questões climáticas, isto é, o aumento das chuvas, propiciaram a expectativa positiva de safra.

"No geral, você vê que existe, principalmente comparando com 2016, no geral, a expectativa de aumento da safra, pois as chuvas proporcionaram isso. Aumentou a chuva, aumenta a área de produção. O produtor apostou mais nessa ideia. Lembrando que predomina no nosso Estado do Ceará o produtor com lavoura de sequeiro, a produção irrigada é muito reduzida, daí o motivo do fator climático ter um peso significativo. Se tem chuva, aumentam as expectativas de melhor colheita e de área plantada", explicou.


Seguro-desemprego foi pago a 75,4 mil do Ceará de Janeiro a Abril.


Número representa um recuo de 13,6% em relação aos quatro primeiros meses de 2015, segundo o MTE.

49,7% dos produtos vendidos na Ceasa ficaram mais caros de Março para Abril.


Por outro lado, 39% dos itens apresentaram redução nos seus preços e 11% permaneceram com os valores estáveis.

CLT: reforma pode 'ser resolvida' em até 15 dias no senado.


Eunício Oliveira disse que votação da proposta só dependerá da análise das três comissões responsáveis.

ROTATIVO: Juros do cartão caem pela metade e atingem 233,9%.


Recuo da taxa anual ocorreu no primeiro mês das novas regras para essa modalidade de crédito.

FGTS: 3ª fase de saques pagará R$ 128 mi no CE a partir do dia 12.


Mais de 135,1 mil cearenses terão direito à retirada dos recursos nesta etapa, informou a Caixa Econômica.


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