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O presidente da Câmara participou da segunda reunião do observatório da intervenção no Rio. (Foto: Agência Brasil)

À Eventual Candidatura: Rodrigo Maia diz ter "alguns apoios".

03/03/2018

Brasília. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), defendeu na sexta-feira (2), em Barra Mansa (RJ), uma candidatura alternativa do centro à Presidência da República.

"Não precisa ser necessariamente a minha", afirmou, "mas acho que o meu nome tem o apoio de alguns partidos importantes e pode ser uma construção que nos dê a chance de disputar o segundo turno".

Maia afirmou que a candidatura do PSDB não tem chance de ganhar e minimizou as declarações de seu pai, Cesar Maia, de apoio a Geraldo Alckmin em detrimento dele: "É só uma preocupação de pai", disse.

"Mas ele conhece as pesquisas, ele sabe que se não construirmos uma nova candidatura no campo do centro, vamos entregar a eleição para o PT, para Marina (Silva) ou para o Ciro (Gomes)". Com discurso de candidato, Maia defendeu a ideia de um Estado mínimo. "O Estado brasileiro é esse elefante branco que ninguém controla, que não caminha para lugar algum e não atende ninguém verdadeiramente", avaliou.

Intervenção

Maia participou da segunda reunião do observatório da intervenção federal do Rio de Janeiro que reuniu prefeitos de todo o interior do Estado.

Ele defendeu que, além de acompanhar e fiscalizar os atos do interventor no estado, é necessário reorganizar as despesas obrigatórias da União e rediscutir os gastos públicos para garantir mais recursos para segurança pública. No caso específico do Rio de Janeiro, isso pode representar mais estrutura para as polícias. "Para que possamos ter um efetivo maior nas ruas, e a polícia militar, a polícia civil e todos os órgãos de segurança possam voltar com melhores condições nas ruas. O custeio para suporte na polícia é muito pequeno e sem recursos vai ser difícil avançar", completou.

Rodrigo Maia destacou ainda que a Câmara deve discutir soluções para que a juventude não entre no tráfico de drogas, além da pauta de segurança pública.

"Precisamos compreender porque chegamos na situação que chegamos, porque temos uma evasão escolar grande, significa que essas crianças estão livres para entrar no tráfico", avaliou o presidente da Câmara.



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