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Apagão complicou o trânsito da Capital, interrompeu diversos serviços e gerou transtornos nesta quarta-feira (21). (Foto: Kid Júnior)

Histórico: Em cinco anos, Ceará registrou pelo menos 10 apagões.

O blecaute desta quarta-feira (21) foi o 10º observado no Estado desde 2013. Quedas de energia foram provocadas por falhas nos serviços da Chesf e da Enel Distribuição.

22/03/2018

O apagão que atingiu o Ceará nesta quarta-feira (21) é, pelo menos, o 10º registrado no Estado nos últimos cinco anos. Outros 9 blecautes observados na Capital e no Interior, desde 2013, foram provocados por falhas nos serviços da Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) e da Enel Distribuição.

Em 2016, o Estado teve duas ocorrências. O primeiro apagão aconteceu em Fortaleza no mês de junho e durou cerca de 30 minutos. Aproxidamente 20 bairros relataram queda de energia. O segundo blecaute foi registrado em agosto e afetou diferentes regiões cearenses. O problema decorreu de uma interrupção em linhas de transmissão da Enel. Municípios como Horizonte, Santa Quitéria, Iguatu, Nova Russas e São Benedito ficaram às escuras.

Histórico do corte de energia

No ano anterior, quatro apagões atingiram o Ceará. Em março de 2015, uma falha na subestação Fortaleza II, da Chesf, deixou a Capital e parte da região Norte sem luz. O blecaute durou 2 horas. No mês de junho, um novo defeito na mesma subestação gerou quedas de energia em Fortaleza e na Região Metropolitana. O terceiro apagão do ano ocorreu em novembro, quando uma falha de energia afetou bairros da Capital. No mesmo mês, outro blecaute voltou a atingir Fortaleza e região Norte.

Em 2014, no mês de agosto, Capital e Região Metropolitana ficaram sem luz. Na ocasão, Chesf e Enel não assumiram a responsabilidade pelo apagão.

Já em 2013, foram duas quedas de energia no Estado. A primeira aconteceu na Capital no mês de janeiro e durou cerca de 16 munutos. O problema foi causado por um desligamento na subestação Delmiro Gouveia, da Chesf. Em agosto, um novo apagão atingiu o Ceará e os outros 8 estados do Nordeste. O motivo da queda, conforme informou a Chesf, foi um pico de alto intercâmbio de energia para a região.



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