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Jogadores do Leão, alguns dos quais treinavam em Areninhas em 2017, por causa das chuvas, agora pisam o gramado com drenagem do Pici. (Foto: Helene Santos)

Reviravolta, Fortaleza: Da incerteza à ascensão do trabalho.

16/05/2018

De um ano para outro, pode haver uma diferença substancial em qualquer aspecto da vida, notadamente no futebol. Em meados de maio de 2017, o Fortaleza estreava na Série C daquele ano, perdendo para o Clube do Remo, em Belém, exatamente quando assumia a junta governativa do clube, com o ex-presidente Luís Eduardo Girão.

Um ano depois, fantasmas daquela divisão terrível para os tricolores foram exorcizados; o clube saiu de um universo de incerteza para um trabalho que prospera; A agremiação não apenas conseguiu o tão sonhado acesso, como também lidera o Campeonato Brasileiro da Série B.

A administração do ex-presidente Luís Eduardo Girão lançou as bases do novo Fortaleza, com investimento de um mecenas. O presidente Marcelo Paz não faz o perfil de milionário que despeja dinheiro no clube, mas vem encontrando soluções para captar investimentos, que estão refletindo no trabalho do time.

"Eu lembro como se fosse hoje, aquele jogo em Belém. Tive a oportunidade de conhecer um a um (do elenco), foi muito bacana aquele momento. Estava no Conselho Gestor, dando ideias com o Marcello Desidério. Empatamos a partida seguinte, mas aquele jogo do Remo foi o início de uma nova era. Estou feliz em ver o resultado do time na Série B. Sabemos que tem os altos e baixos, mas a gente deve apoiar sempre", conclamou Girão.

De todos

Para o lateral Tinga, a mudança no clube tem um pouco das pessoas que fazem o Tricolor: 'Tem um pouco de tudo, do presidente atual, ex-presidente Girão, da direção, dos funcionários, dos jogadores que continuam, dos que foram embora e que acreditaram desde o início. Só aquele grupo do ano passado acreditou. E agora estamos colhendo os frutos, mas com muita luta", disse.

"É um trabalho de ética, de união e temos passado credibilidade para a torcida", disse o presidente atual do clube.

Uma transformação positiva foi passar de 7.500 sócios-torcedores na Série C do ano passado, para mais de 18 mil sócios no momento. "Nos meus sete anos no clube, entre idas e vindas, não tinha visto o clube assim organizado, com todos os pagamentos em dia", disse o executivo de futebol, Sérgio Papellin.



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