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O Cedro Velho, em Quixadá, se tornou novamente em um balneário para o lazer nos fins de semana. (Foto: Reprodução/Diário do Nordeste)

Açude Cedro se torna novamente atração para banhistas nos fins de semana.

22/05/2018

Mesmo recebendo um pequeno aporte, com as chuvas de abril e de maio, o Açude Cedro, em Quixadá, voltou a ser atração de lazer nos fins de semana. O local preferido dos banhistas está sendo a margem ao lado do sangradouro do mais antigo reservatório público do Brasil. Pequenos comerciantes começaram a notar o movimento e já montaram barracas no local. Como a represa não abastece mais a cidade, o nível da água deverá se manter por algum tempo, explicam.


O nível do açude, com aproximadamente 1 metro agrada principalmente as crianças. (Foto: Reprodução/Diário do Nordeste)

Conforme dados da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), o açude com capacidade para 125,7 milhões de m³, que chegou a secar completamente em novembro de 2016 voltou a receber água com as primeiras chuvas do inverno deste ano, no começo de março. Hoje armazena apenas 2,12% da sua capacidade, mas o suficiente para alegrar quem gosta de se refrescar nas águas do Cedro apreciando a paisagem da Galinha Choca, cartão postal da cidade.

Do outro lado do açude, onde fica situado o conjunto arquitetônico da época do Império, o movimento se intensificou mais nos últimos fins de semanas, apesar de a via rodoviária de acesso ao parque histórico estar completamente danificada. Os pilares na passarela da barragem também continuam quebrados. Mesmo assim os barraqueiros e ambulantes comemoram o retorno do visitantes.


A paisagem do Açude Cedro e seu entorno deslumbra turistas principalmente nesta época do ano. (Foto: Reprodução/Diário do Nordeste)

Turistas, como o casal Roberto Silveira e Amanda Ribeiro, não se arrependeram da viagem de Natal, no Rio Grande do Norte a Quixadá. Elogiaram muito a beleza do lugar. Outros, aproveitam para selfies ao lado do monólito da Galinha Choca e elogiam a vista panorâmica e a segurança no local, agora com vigilantes do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs).


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