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A igualdade do placar deixou a partida mais aberta nos minutos finais. Os dois times pareciam mais preocupados em buscar a vitória do que segurar o empate. (Foto: Reprodução/Diário do Nordeste)

Corinthians x Santos: Clássico paulista termina empatado por 1 a 1.

07/06/2018

No clássico em que Corinthians e Santos buscavam afirmação no Campeonato Brasileiro e apostavam as suas fichas nas joias da base Pedrinho e Rodrygo, quem fez a diferença foi um centroavante experiente e um velho conhecido do time da Baixada Santista. O empate por 1 a 1, na Arena Corinthians, pela 10.ª rodada, não foi bom para nenhuma das equipes e manteve as dúvidas sobre o que esperar dos dois times.

Com o resultado, o técnico Osmar Loss chegar ao quinto jogo no comando do Corinthians, tendo apenas uma vitória, um empate e três derrotas. Jair Ventura, no outro lado, continua balançando no cargo. Entre Pedrinho e Rodrygo, nenhum deles chegou a brilhar, mas ambos protagonizaram lances de extrema habilidade. O corintiano de 20 anos deixou três para trás e bateu para uma bela defesa de Vanderlei. Logo em seguida foi a vez do santista de 17 mostrar seu cartão de visita e também obrigar Walter a se esforçar para evitar o gol.

Atuação dos goleiros

Os goleiros evitaram os gols dos garotos, mas não a movimentação do placar. Roger aproveitou passe de Rodriguinho e abriu o placar, marcando o seu primeiro gol na Arena Corinthians. Já o Santos conseguiu chegar ao empate graças ao bom posicionamento de Victor Ferraz, que desviou de cabeça.

As duas equipes tiveram altos e baixos no primeiro tempo e o equilíbrio foi grande nas virtudes e defeitos. O Corinthians explorou, até de certa forma exagerada, as jogadas pelo lado direito com Pedrinho. Já o Santos apostava tudo na correria de Rodrygo e nos lançamentos de Renato. Mas os dois alvinegros erravam muitos passes e faltou maior agressividade no ataque.

O Santos começou em cima, depois o Corinthians foi quem tomou as rédeas e os rivais ficaram trocando o domínio do jogo, como se fossem dois pugilistas mais preocupados em analisar e afastar o adversário do que aplicar golpes para tentar resolver a disputa. Assim, foram poucas as chances reais de gol ao longo do jogo.


(Foto: Reprodução/Diário do Nordeste)


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