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Presidenciável da Rede defendeu sua candidatura dizendo que "PT e PSDB precisam de férias" neste ano. (Foto: AFP)

Eleições 2018: Marina rechaça chapa com Alckmin.

08/06/2018

São Paulo. Apesar dos acenos de lideranças tucanas, como Fernando Henrique Cardoso, a pré-candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, descartou participar da mesma chapa com Geraldo Alckmin (PSDB).

"De jeito nenhum. Somos um partido político que se coloca respeitando o legado do que há de bom do PT e do PSDB, mas somos uma alternativa. PT e PSDB precisam de férias", disse Marina, em sabatina. "Também não", respondeu Marina, indagada se aceitaria Alckmin como seu vice.

Em entrevista ao "O Globo", FHC afirmou que Marina tem "uma história a ser explorada", o que pode permiti-la se tornar competitiva, e que "não convém o PSDB fechar as portas" a esta altura do campeonato.

Na entrevista à Jovem Pan, Marina disse ser preciso superar a polarização entre PT e PSDB e comentou também sobre os pedidos por uma união do chamado centro democrático.

Também ontem, o TSE atendeu a pedido da presidenciável, para remover notícias falsas difundidas por uma página do Facebook que acusa a ex-senadora de estar envolvida na Operação Lava-Jato. Segundo o TSE, trata-se da primeira decisão a respeito de notícias falsas dada pela corte com relação às eleições de 2018.

Desdém de Bolsonaro

Já o pré-candidato Jair Bolsonaro (PSL) desdenhou o convite feito por Alckmin, para debaterem sobre segurança pública. O deputado ironizou o mau desempenho do ex-governador. "Ele está perdendo para mim até em São Paulo. Não tenho tempo para perder com Alckmin. Quando ele tiver na minha frente em São Paulo, ou atingir dois dígitos, ele liga para mim", disse Bolsonaro.

Outros presidenciáveis

Por sua vez, o senador Álvaro Dias (Podemos) lançou, ontem, sua pré-candidatura à Presidência em um tradicional restaurante de Curitiba (PR).

Já o líder do MTST e pré-candidato pelo PSOL, Guilherme Boulos, afirmou ter defendido a "legitimidade" da ocupação do tríplex do Guarujá, pivô da condenação de Lula na Lava-Jato, no dia 16 de abril. A PF intimou Boulos a prestar depoimento.

"Não achamos que isso deve ser tratado num inquérito criminal". Para Boulos uma "ação política não deve ser tratada como caso de polícia".



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