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Já classificada, o técnico francês Didier Deschamps pode mudar de cinco a seis jogadores no time que começa a partida. (Foto: AFP)

Grupo C: De olho na liderança, França encara a Dinamarca.

26/06/2018

Já classificada para as oitavas de final após duas vitórias suadas, a França vai fazer revezamento no time titular contra a Dinamarca, nesta terça-feira em Moscou, em busca de confirmar a liderança do grupo C.

Os Bleus precisam apenas empatar para garantirem a primeira colocação na rodada final da chave. O resultado também serve para a Dinamarca, que precisa de um ponto para assegurar a segunda vaga.

"Sobretudo não podemos acabar em segundo lugar, porque jogaríamos contra a Croácia", disse o meia Corentin Tolisso, impressionado com o imponente futebol de Luka Modric e seus companheiros na vitória por 3 a 0 sobre a Argentina (3-0).

Se Croácia cumprir os prognósticos e terminar no primeiro lugar, a França pode encarar os velhos conhecidos Nigéria (batida por 2-0 nas oitavas da Copa de 2014) e Islândia (vencida por 5-2 na Eurocopa-2016). Até mesmo a Argentina, que precisa de combinação de resultados para avançar à segunda fase, pode ser o adversário.

Como na Copa de 2014 e na Euro-2016, o técnico francês Didier Deschamps pode mudar de cinco a seis jogadores no time que começa a partida. O objetivo é dar ritmo de jogo para os reservas, pensando no mata-mata.

Do lado dinamarquês, o técnico Age Hareide tem a chance de queimar a língua. O comandante do time nórdico falou em maio ao jornal Jyllands-Posten que os Bleus "não tinham nada de especial".

Christian Eriksen, homem gol e melhor em campo contra os 'Socceroos', vai liderar mais uma vez sua equipe. "Analisamos nossos dois jogos e garanto que podemos melhorar muitas coisas. Ainda assim, temos quatro pontos em dois jogos, está bom", disse o camisa 10.

Ainda viva

No outro jogo do Grupo C, a Austrália enfrenta o Peru, no mesmo horário de França e Dinamarca. Os australianos têm que vencer e torcer para que os dinamarqueses sejam derrotados pelos franceses.

O técnico da seleção australiana prefere não acreditar que a França facilite a vida da Dinamarca. "A França é orgulhosa. São um dos melhores times do mundo, mas não jogaram da maneira que queriam jogar. Acho que eles querem se provar. Mas isso não nos influencia, não temos controle sobre isso. Só sobre o jogo com o Peru".

Ao Peru resta apenas uma despedida honrosa, já que a seleção não conseguiu marcar sequer um gol na Copa. "Temos que jogar ainda melhor. Agora, todos os jogadores estão com a faca nos dentes, querem voltar ao país com algo nas mãos", disse o atacante Paolo Guerrero.



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