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A professora Janaína Paschoal já conversou com o presidenciável e deve compor chapa com ele. A convenção do PSL será neste domingo. (Foto: Agência Senado)

Eleições 2018: Janaína deve ser vice de Bolsonaro.

21/07/2018

São Paulo/Rio de Janeiro. A advogada Janaína Paschoal, professora de Direito da USP, está perto de ser anunciada como candidata a vice na chapa do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). É o que antecipou ao jornal "O Globo" na tarde de sexta-feira o pré-candidato.

Os dois se falaram por telefone na quinta-feira (19), e Janaína deve vir ao Rio neste sábado (21) para conversar pessoalmente com o pré-candidato - será a primeira vez em que Bolsonaro e a advogada vão se encontrar. Caso as negociações avancem, a parceria será anunciada oficialmente na manhã de domingo, na convenção nacional do PSL.

Janaína se tornou conhecida por ser uma das autoras do parecer que embasou o pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

"O meu sentimento é que ela (Janaína) está com vontade de ajudar a transformar o Brasil. Estamos 'namorando' por telefone. Ela deve vir ao Rio amanhã (sábado) e, provavelmente, no domingo estará na convenção. Pode acontecer de anunciar (a chapa) lá. Vai ser a dupla Já-Já - disse Bolsonaro, na sexta-feira.

Janaína se filiou ao PSL em abril, no limite do prazo que tornaria possível uma candidatura este ano. Ela foi convidada pelo deputado Major Olímpio (PSL-SP), presidente do partido em São Paulo, a concorrer ao governo do estado, mas recusou e estudava uma candidatura a deputada estadual. O presidente nacional do PSL, Gustavo Bebianno, já conversou com a advogada.

Dificuldades

Antes de Janaína, Bolsonaro convidou o senador Magno Malta (PR-ES) para o posto de vice. Malta, no entanto, preferiu disputar a reeleição ao Senado.

As negociações entre PSL e PR naufragaram depois, porque o PR exigia uma contrapartida de coligação na eleição para deputado no Rio e em São Paulo, o que o partido de Bolsonaro não considerou vantajoso. Depois, as tratativas se voltaram para o general Augusto Heleno (PRP), que chegou a aceitar o convite, mas a aliança foi barrada pela direção do PRP. Bolsonaro também descartou a possibilidade de o vice ser o general Hamilton Mourão, que se filiou ao PRTB, partido do presidenciável Levy Fidélix.



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