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Ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), se reuniu, ontem, com o presidente do PRB, Marcos Pereira, para tratar da chapa presidencial. (Foto: AFP)

Disputa Presidencial: Centrão deve oficializar hoje apoio a Alckmin.

Evento em Brasília deve reunir caciques dos partidos do bloco, que decidiram marchar com o tucano em outubro.

26/07/2018

Brasília. Os caciques e integrantes dos partidos do chamado Centrão, bloco formado pelas siglas DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade, oficializam hoje o apoio do bloco à pré-candidatura à Presidência da República do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB). O evento será às 10h, em um hotel, no centro de Brasília.

Alckmin se reuniu, ontem, com o presidente do PRB, Marcos Pereira. Ao sair do encontro, o dirigente disse acreditar que o empresário Josué Gomes, filho do ex-vice-presidente José Alencar, ainda poderá aceitar o cargo de vice na chapa tucana.

Bolsonaro

Já o candidato do PSL, deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), ainda procura opções no meio militar para a vaga de vice. Um astronauta e um príncipe entraram na disputa pelo posto de vice-presidente.

Líder das pesquisas em cenários sem Lula (PT), Bolsonaro queria a advogada Janaína Paschoal como sua vice.

Co-autora do pedido de impeachment de Dilma, ela chegou a sentar ao lado do presidenciável em sua convenção no domingo. Mas, ao discursar, irritou Bolsonaro e aliados com uma fala pedindo moderação e criticando apoio cego ao deputado.

O desgaste catapultou Marcos Pontes, 55, o primeiro brasileiro a ir ao espaço, para o topo das preferências de Bolsonaro para a vice. Pontes é filiado ao PSL do presidenciável.

Outro nome que está sendo considerado pelo deputado é o do príncipe Luiz Philippe de Orléans e Bragança, da Casa Imperial Brasileira. Fundador do movimento antipetista Acorda Brasil, em 2014, o príncipe não está na linha de sucessão direta do trono abolido em 1889. Janaína, apesar da resistência, ainda não está totalmente descartada.

Amoêdo

Já o pré-candidato a vice-presidente na chapa do partido Novo, Christian Lohbauer afirmou, ontem, que a redução do custo do capital e o aumento da produtividade são as principais bandeiras de eventual governo do presidenciável João Amoêdo.



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