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Preparador físico do Fortaleza, Danilo Augusto, trazido pelo técnico Rogério Ceni, suportou críticas no inicio da temporada, no Campeonato Cearense, até mostrar que poderia dar uma resposta com o trabalho elogiado do momento. (Foto: JL Rosa)

Fortaleza: Com um gás a mais.

Série B do Brasileiro tem mostrado um Fortaleza com bom preparo físico e com motivação extra da preparação física.

03/08/2018

A boa campanha do Fortaleza na Série B tem várias explicações, mas um dos pilares é a da preparação física, que é feita com um ingrediente a mais: a motivação dos jogadores. Além dos aspectos normais que deixam qualquer atleta satisfeito, existe alguém, além do técnico Rogério Ceni, que puxa o ânimo dos jogadores para cima. É o preparador físico Danilo Augusto, de 40 anos, trazido pelo treinador.

Para quem acompanha os vídeos do pré-jogo do Leão, feitos pelas mídias do clube, logo percebe uma fala de liderança, que sacode para o alto a adrenalina dos atletas em cada jogo.

Essa voz é a de Danilo Augusto Silva, paulista formado pela Fefisa, Faculdade de Educação Física de Santo André, onde começou em 1998. O início foi com o futebol universitário, até se desgarrar para o profissional. Trabalhou em equipes de base no grande ABC Paulista, afora atuar pelo Grêmio Mauaense, São Paulo, Bragantino, Ituano, Corinthians. Atuou também com futebol no Canadá e conviveu com Rogério Ceni no São Paulo, de 2009 a 2013. .

Motivação

Sempre, quando se forma uma roda de atletas para a oração e as palavras de ordem, o grito de guerra para cada jogo, Danilo se sobressai com o incentivo.

"Sou um cara muito motivado, é uma coisa nata, mesmo, talvez autodidata. É algo que vem de dentro, de uma vida de muita batalha, e já que não posso estar em campo, procuro levar motivação aos jogadores. Eu me sinto grato pela vida, por fazer o que gosto, e isso faz naturalmente surgir uma palavra de incentivo aos jogadores", disse o preparador físico do Leão.

No início do Campeonato Cearense, Danilo e sua equipe tiveram que ouvir coisas como o "time está mal fisicamente, cansa no segundo tempo". "A gente fica chateado, porque sabíamos que as coisas dariam certo. Eu absorvi da melhor maneira possível e serviu de motivação para seguir o trabalho naquilo que acreditamos", confessou.

Danilo não trabalha sozinho. Como auxiliar direto, ele tem Celso Santos, preparador físico e o fisiologista Edson Palomares, que é doutor na área.

Esse trio tem feito tudo para fazer os jogadores correrem até os 90 minutos de cada jogo. Palomares relata que Danilo Augusto leva muito em consideração os cálculos que são feitos pela fisiologia. Por conta dessa integração no trabalho, os atletas estão mais ou me nos num nível homogêneo na preparação física. No jogo contra o Juventude, vários deles correram uma média de 9 km no jogo.



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