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A primeira vitória do Ceará em um confronto direto foi diante do Sport no PV. (Foto: Thiago Gadelha)

Ceará: Confrontos valiosos.

Contra o Bahia amanhã, Vovô faz o primeiro de 8 confrontos diretos no returno da Série A para trilhar saída do Z4.

28/08/2018

Disputar um campeonato na parte debaixo da tabela e ter que tirar uma grande diferença de pontos para sair do Z4 não é nada fácil. Para o Ceará, que chegou a estar 7 pontos distante, ainda sem vitórias e na última colocação antes da parada para a Copa do Mundo, o trabalho é de paciência e rodada a rodada. Mesmo com a campanha pós Copa ser uma das melhores da Série A conquistando 12 pontos, o déficit era tão grande que a distância para sair do Z4 ainda é de 4 pontos.

Em uma rodada em que o Vovô perdeu por 1 a 0 para o líder São Paulo no Morumbi, um resultado considerado normal, mas viu seus adversários diretos pontuarem (Atlético/PR e Vitória venceram), cresce a importância do Ceará vencer seus confrontos diretos para tirar a diferença. E o Alvinegro terá 8 duelos assim até o fim do returno como diferencial, sendo 5 em casa e 3 fora, o primeiro amanhã, contra o Bahia, às 19h30 no estádio Presidente Vargas.

Se superar o Tricolor Baiano amanhã, o Ceará não só chega a 20 pontos, igualando ao 18º colocado, o Sport, como ficaria a dois do próprio Bahia e do 14º colocado, o Vitória, melhorando muito sua situação na tabela, já que a partida é atrasada da 15ª rodada da Série A.

Até o fim do returno, o Ceará terá cinco confrontos diretos em casa (Bahia, Vitória/BA, Chapecoense, Paraná e Vasco) e 3 fora (Sport, Bahia e Atlético/PR).

Os duelos podem fazer a diferença, já que o Vovô não precisaria contar com tropeços em jogos paralelos para tirar uma diferença de pontos. Serão 24 em disputa, sendo 15 em casa e 9 como visitante.

Até então, o Ceará fez 8 confrontos diretos, sendo dois jogos com o Santos (12º colocado com 24 pontos). Foram duas vitórias (Sport e Paraná), 3 empates (Santos, Vasco e Atlético/PR) e 3 derrotas (Santos, Vitória e Chapecoense), um aproveitamento de 37,5%. Mas um recorte com apenas o trabalho do técnico Lisca, o aproveitamento sobe para 60%, já que as derrotas em confrontos diretos foram com outros treinadores, duas com Marcelo Chamusca (Santos e Vitória) e uma com Jorginho (Chapecoense).

O atacante Felipe Azevedo destacou a importância de uma vitória contra o Bahia. "Jogando em casa, em um confronto direto, só a vitória interessa. Será um adversário difícil, mas só vencendo podemos nos aproximar de sair do Z4", disse ele.


(Foto: Reprodução/Diário do Nordeste)


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