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Richardson tem sido peça-chave no meio-campo alvinegro. O volante tanto desarma quanto cria jogadas. (Foto: JL Rosa)

Richardson é Top 10 em desarmes.

O volante alvinegro comenta a boa fase do time e diz que é muito estar no Top 10 entre os "ladrões" de bola do campeonato. Com 136 jogos pelo clube e com sete gols marcados, ele é um dos destaques da equipe alvinegra.

10/10/2018

No Ceará desde o início de 2016, Richardson tem uma identificação muito grande com o clube. Chamado de "novo Michel" tanto pela torcida quanto pelo ex-jogador do Alvinegro, que atualmente veste a camisa do Iguatu, o volante tem mostrado crescimento a cada temporada defendendo o Vovô.

Neste ano, Richardson fez 21 partidas pelo Ceará na Série A do Campeonato Brasileiro e tem um total de 75 desarmes, se tornando o 10º da competição em bolas roubadas. Acima dele estão jogadores como Marcos Rocha (Palmeiras) e Sander (Sport), com 97, Gregore (Bahia), com 92, Patrick (Internacional), com 90, Luan (Atlético/MG) e Cuellar (Flamengo), com 84, Hudson (São Paulo) e Richard (Fluminense), com 79, e Gabriel (Corinthians), com 78.

O detalhe é que, de todos esses atletas, o camisa 26 do Vovô é o que tem menos jogos disputados na primeira divisão. "Fico feliz! Estar no top 10 da Série A não é nada fácil. São jogadores de muita qualidade, que disputam o título do campeonato", destaca o volante.

Aos 27 anos, o volante que veio do Confiança/SE, equipe que disputa a Série C, está atuando pela primeira vez em sua carreira a elite do futebol brasileiro. Com 136 jogos, ele tem a marca de 7 gols pela equipe alvinegra. "É minha primeira Série A e sabemos que o nível é diferente da Série B, pois na A são jogadores de muita talento, que estão buscando se reinventar. Vou tentar dar continuidade nisso e evoluir cada dia mais para que eu não esteja só no Top 10, mas no Top 5, Top3... Claro que com humildade, mas dando sempre o meu melhor com a camisa do Ceará", pontua.

Com 59 partidas disputadas até aqui, o Vovô foi a equipe que mais jogou nesta temporada. "Tivemos uma sequência difícil em que conseguimos bons resultados, mas teve essa parada. O professor deu uma folga pra gente porque não pode sobrecarregar", finalizou.



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