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Decisão sobre mudança na presidência do BNB deverá passar por equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro. (Foto: Reprodução/Diário do Nordeste)

Quatro nomes são cotados para assumir a presidência do BNB.

Entre os indicados estão o empresário Geraldo Luciano, do Grupo M. Dias Branco; Marcos Holanda, ex-presidente do Banco; Nicola Miccione, diretor de controle e risco da Instituição; e Romildo Rolim, atual presidente do BNB.

05/12/2018

A mudança de mandato no governo federal também deverá trazer impactos diretos na gestão do Banco do Nordeste (BNB). Após discussões serem geradas sobre uma possível fusão do BNB com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), até a tarde de ontem (4), quatro nomes "circulavam" nos bastidores do BNB para a sequência do cargo de presidente da instituição. A escolha, contudo, deverá passar pela análise da equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro e do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.

Entre os cotados para ocupar o cargo estão o empresário Geraldo Luciano, atual vice-presidente de Investimentos e Controladoria do Grupo M. Dias Branco; Marcos Holanda, ex-presidente do BNB entre 2015 e 2017; e Nicola Miccione, diretor de controle e risco do BNB. A permanência de Romildo Carneiro Rolim, atual presidente do Banco, também estaria sendo cogitada para a continuidade do modelo já em andamento.

Perfis

Atuante no processo de abertura de ações na bolsa de valores brasileira de duas grandes empresas cearenses (Hapvida e M. Dias Branco), Geraldo Luciano já trabalhou no BNB, onde ficou por mais de 18 anos, e tem vasta experiência no mercado. Geraldo entrou na M. Dias Branco em 2000, como assessor da diretoria, cargo que ocupou até 2003. Ele também foi nomeado diretor de finanças da empresa.

Questionado sobre uma possível nomeação, Geraldo se esquivou e garantiu não ter recebido nenhum convite até momento. Ele, no entanto, ressaltou a importância do trabalho desenvolvido pelo BNB para o Nordeste. "Não gosto de raciocinar sobre hipóteses, mas esse é um assunto sobre o qual nunca pensei. E também não recebi nenhum convite. Mas, claro, o BNB é uma instituição muito importante para a Região", ponderou Luciano.

Outro possível nome mencionado para uma nova gestão do Banco foi o de Nicola Miccione, que é funcionário do BNB há pelo menos 18 anos. O atual diretor de controle e risco da instituição já trabalhou como gerente executivo da assessoria jurídica de operações, assessor da presidência, e coordenador de projeto estratégicos.

Miccione preferiu não comentar o assunto, mas se disse ciente da especulação acerca do próprio nome. "Estou ciente, sim, mas não recebi nenhum convite até o momento", afirmou o diretor do BNB.

Marcos Holanda também estaria cotado para voltar à presidência do BNB. Procurado para comentar o assunto, o economista não atendeu as ligações. Holanda teria saído do BNB após um embate com o senador Eunício Oliveira. Romildo Rolim, atual presidente do banco, também não se pronunciou sobre o assunto.



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