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O ministro do STF Gilmar Mendes. (Foto: Pedro Ladeira / Folhapress)

Gilmar Mendes cobra Guedes por resultado em investigação de dados vazados.

Explicações iniciais não satisfazem o ministro do STF.

15/04/2019

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), voltou a cobrar de forma dura a equipe do ministro Paulo Guedes, da Economia, para que as investigações sobre o vazamento de seus dados fiscais cheguem a quem ordenou a devassa e às razões pelas quais ela foi feita.

SEM QUERER

As explicações iniciais, de que o vazamento foi involuntário porque os dados foram repassados a uma empresa privada por engano, não satisfizeram Mendes —nem outras autoridades que também foram alvo de investigação.

CONTA OUTRA

Para o ministro, as explicações são “historietas” para encobrir as reais motivações de seus dados terem sido não apenas escarafunchados como também tornados públicos.

PISTOLA

Na cobrança à equipe de Guedes, ele disse que a Receita teve, no caso, um papel de “órgão de pistolagem”.

NA LEI

O secretário especial da Receita, Marcos Cintra, tem afirmado que não vê a instituição com a mesma severidade do ministro do STF. E que ela apenas procura cumprir suas atribuições, previstas em lei.

PATRIMÔNIO

Juca de Oliveira considera “um absurdo” a condenação do apresentador Danilo Gentili à prisão por xingamentos que fez à deputada Maria do Rosário (PT-RS). “É liberdade de expressão! Ele é um gênio, um patrimônio nacional!”, afirma o ator.

AMIGO

“Ele tem a inteligência do intérprete, representante do teatro, da comédia, do jornalista excepcional. Sou absolutamente contrário [à sentença]. Ele é meu amigo, adoro ele”, segue Juca.

AMIGA

A apresentadora Adriane Galisteu faz coro a Oliveira. “Era o que nos faltava: ficar prendendo quem faz piada, humor. Vou lá na frente da cadeia pedir pra livrar o Danilo.”

LIMITE

A condenação provocou ampla discussão e dividiu opiniões. A professora de direito Marina Coelho Araújo, por exemplo, escreveu na Folha que também o humor deve “respeitar as regras do Estado democrático de Direito. Caso contrário, seria atribuir imunidade desigual aos que são mais engraçados”.



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