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Para esses trabalhadores estão sendo elaborados protocolos que ainda devem passar pelo crivo da vigilância sanitária. (Foto: Reprodução)

Comércio informal e feiras livres ainda não têm data de retorno

Segundo o secretário de Saúde do Ceará, é necessário antes estabelecer critérios de segurança e meios de higienização para evitar contaminação entre vendedores e compradores.

Fonte: Diário do Nordeste
29/05/2020

No processo de retorno das atividades econômica no Ceará por conta da pandemia pelo coronavírus, divulgado nesta quinta-feira (28) pelo governador Camilo Santana, ainda não houve a definição para o retorno do comércio informal, como ambulantes, e o funcionamento de mercados públicos e feiras livres.

"Esse é um desafio grande: estabelecer critérios de segurança, disponibilizar meios de higienização para que não haja riscos para quem vende e para quem compra", explica o secretario da Saúde, Carlos Roberto Marinho, o Dr. Cabeto.

Ele destaca que essas atividades se desenvolvem na rua, que segue com circulação restrita. "Nessa fase de transição não estão liberadas essas atividades que envolvem aglomeração. Ou seja, utilização dos espaços públicos, feiras livres, ainda não estão liberadas. Precisamos entender que não houve ainda flexibilização nesse aspecto, na livre circulação de pessoas pelas ruas".

Para esses trabalhadores, estão sendo elaborados protocolos que ainda devem passar pelo crivo da vigilância sanitária.

"Agora, vamos para a fase de revisão, buscar o parecer da vigilância sanitária e seguir com as diretrizes de segurança. Isso é muito importante, porque nós entendemos a aflição dessas pessoas, mas precisamos entender que a gente precisa caminhar. E se não tivermos toda a segurança, podemos ter que retroceder, ter o prejuízo de vidas para as pessoas, e também econômico", salienta Dr. Cabeto.


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